sábado, 17 de outubro de 2009

Momento cultura do dia.

José Ribamar Sarney, ex-presidente do Brasil de 1985 a 1990, gênio das letras e imortal da Academia Brasileira de Letras, Imperador Constitucional do Maranhão e Senador vitalício do Amapá, autor dos sensacionais Marimbondos de Fogo e do Plano CruzadoO pai de José Sarney era um artista popular. Vendia bonequinhos de Lampião, sanfonas recondicionadas, educação para argentinos e até mulheres para o Clodovil. Um dia, comeu uma comidinha simples: dois pratos de sarapatel, duas muquecas, uma buchada de bode com os chifres e tudo porque estava com preguiça de mexer na própria cabeça. Tomou também duas doses de noku e um litro de jurubeba do norte com catuaba que fazia bem pro cu. Com esta merda toda na barriga, sentiu uma puta caganeira. Estava na praia, procurou um coqueiro livre pra cagar atrás dele, mas estavam todos ocupados por maranhenses cagando e andando. Em desespero de causa, apanhou um côco onde pudesse soltar o cocô. Aliviou-se, esvaziou a barriga e encheu o saco de quem está lendo e também o cocô. Segurou o cocô e ia jogar no mar, mas teve uma ideia. Guardou a merda do cocô que estava cheio de merda, pintou um bigode e ficou admirando a obra-prima até que Paulo Salim Maluf descobriu a merda toda, pegou o cocô, enxertou num sujeito que tinha nascido sem a cabeça e o Franskenstein do Maranhão virou presidente do Brasil. Mas que merda, hein!
Conta a lenda que até o nome de Sarney é mentira... Um governador ianque andou pelo Nordeste, na virada do século passado. Era chamado respeitosamente de "sir Ney", aí os avós do Poderoso Chefão do Maranhão puseram "Sarney" no nome do pai deste para homenagear o político norte-americano e a herança do nome ilustre passou para José de Ribamar Ferreira de Araújo, o monarca do Maranhão, José Sarney.

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